segunda-feira, 29 de abril de 2013

Amor com marshmello




Amar e ser amado
Como é baum!
Bolo com Marshmello
Dá água na boca!

E o recheio, então?
Ambrosia dos deuses
Como e não enjoo.

Nosso amor vai de vento em polpa!
Saborosa sobremesa! A gente se lambuza.

Felicidade a dois anos a fio
Pra brindar a união
Champanhe, rum, e vinho.

Vinte e cinco anos de casados
-Bodas de Prata-
Imagino quando for ouro...!

Nosso amor é pra sempre
Nem a morte nos separa
Do outro lado será melhor
Será pra eternidade.

sábado, 27 de abril de 2013

Dizem que o amor é cego



Pra quem ama, tudo lhe é bonito

Pode ser igual macaco

Fedorento que nem gambá

Mas, quando se ama é Pacco

É perfume internacional

E não se dá mais pitaco.


Veja como é o amor materno

O filho é feio que nem sapo

Mas, aos olhos da mãe, é príncipe

Diz-nos até que são a Gestapo

Se o chamarem de caolho

Aí, sim, a mãe fará aquele barraco.


Há homem que arrasta uma asa por uma mulher

Dá-lhe rosas, joias; faz-lhe a corte

Porém, se a peste o rejeita

Vira bicho; dá até coice

Ainda diz que é amor...!

Ó, infeliz das costas ôca!


O amor é mesmo cego!

O feio parece-lhe bonito

Vira...mexe...dezarreda!

No capricho, até periga

Mas, a mulher feia desconjuro; arrenego

Não há quem a faça linda por seu pejo.


Chova ou faça sol

Ao amante, é igual  

A mulher tem que ser fiel

Não lhe dê um par de chifre no frontal

Pois se o fizer, está lascada

Ele vira um bicho descomunal.


Coisa feia é a dona coruja

Porém, pra sua mãezinha, ela é a mais bela

Dos animais da floresta, é-lhe a princesa

Tem gosto pra tudo nesse mundo; quero vê-la...

Mãe quando é mãe pinta o sete; arregaça

Ninguém, por isso, há de constrangê-la.


O Bicho pega!

Se ao filho, dizem-no que é feio

Logo as mães viram a mesa

Dá cachorro em dezoito; arrepio

Êta, cilibrina!

Quem não quiser apanhar, saia de fininho!

sábado, 20 de abril de 2013

Intempéries da vida


 
É muito chororô na existência

Uns, choram porque apanham

Outros, porque não lhe dão

Pra viver é mister persistência!

 

Muita gente deixa-se levar pela vida

Outra parte, vegeta na penúria

Quantos no ócio e na empáfia?

Quanto afã há nessa inglória lida?

 

Assim passa-se por esse planeta

De desdita em desdita

Vão sorrindo pra não chorar.

 

Apostando todas as cartelas

Num futuro que virá

Por fim, coitados, é só mágoa e esparrela!

 

                                                        

 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Hipócritas



O Amor da humanidade é uma mentira

Senão não haveria, no mundo, um bilhão de pessoas miseráveis

Sem um pedaço de pão pra comer, insaciáveis

Amor que é bom, somente se for de sibarita.


Os donos do mundo inventam estratégias pra guerrear

Amor? Somente nas histórias em quadrinhos e dos games

Querem mais é usurpar

Preparam armamentos bélicos pra matar.


O mundo globalizou-se geral

Porém, o homem pensa muito no individual

Sua vida anda como caranguejo, pra trás.


Vive num mundico pequeno, armado que nem general

Até os dentes, com bombas

À morte, não escapará! Daí, quero ver, não terá mais rival!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Cada um sabe de si




O Homem é manipulador do próprio homem


Quando, na essência, deveria ser irmão dele


Toda carne é fraca; mole

Covardia proteger-se com totens.

 

De humano não tem nada

Apenas esbanja egoísmo

Faz-se de santo, porém seu forte é o ateísmo

Predador! Verme! Corja danada!

 

Frívolo como cão

Egocêntrico e vilão

Só enxerga o próprio umbigo.

 

Dizer a verdade dói...eu sei disso!

Calar é pior que a morte, seu maldito!

Vá pro inferno ou lamber sabão!

 

 

 







 

 

 

 

 

 

 
 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Barrada no baile da vida por um menor criminoso


 

Difícil viver em paz num mundo violento como o nosso! A violência é a matéria do dia. Assassinatos hediondos; latrocínios com requintes de crueldade. Tudo isso tira o sossego das pessoas hoje em dia. Ontem, à tarde, mesmo, acontecera mais um ato de violência, atiraram na Taís, companheira e uma das proprietárias do Salão de beleza ‘Chic até debaixo d’água’. Um doce de pessoa! Vivia pra família e pra trabalhar. Moça supertranquila. Na hora, descontrolara-se e reagira ao assalto; não esperava por aquela, que aquele garoto frágil estivesse com um revólver no bolso. Deu-se mal; o tiro pegou bem no peito da pobrezinha. Levaram-na para o hospital, porém chegara a óbito a caminho. Triste fim de alguém que só desejava trabalhar pra sustentar o  filho. O menino ainda a esperava como sempre. Com aquele sorriso nos lábios e abraços de montões. Era sempre aquilo quando a Taís voltava pra casa lá pelas tantas da noite; exausta, mas com muito amor no coração, louca de saudade do seu filho querido. O Príncipe de sua existência sacrificada.  A única razão de ser na sua vida.  

_ Mainha, tem um policial aqui, procurando pela senhora. – Regina, minha filha, avisando-me por celular.  

Mesmo que não fosse intimada pra depor, iria procurar a delegacia mais próxima pra testemunhar o caso, pois além de presenciar o fato, a Taís era  minha amigona.  Éramos quase irmãs. Desde crianças, estivéramos juntas em   tudo por tudo. Inclusive, éramos sócias do negócio. Éramos carne e unha. Não era nessa hora crucial de sua vida que iria me safar. Outra coisa, dera-me muita dó vê-la estirada naquela poça de sangue. Tal cena me indignara. Vê-la daquele modo; fora de uma tristeza sem tamanho. Minha amiga Taís não merecia aquele fim não! Tão nova! Tão cheia de sonhos! Infelizmente, no nosso país, as penas são pequenas pra criminosos tipo aquele, menor de idade. Vamos e convenhamos, quando a impunidade vai acabar no nosso país? Matara alguém? Teria que pagar fosse a idade que fosse.  Sem essa de passar a mão na cabeça de assassino. Ainda mais porque hoje a criança já nasce quase falando e andando. As coisas do mundo mudaram, somente não mudam as leis do homem. Infelizmente as leis brasileiras somente favorecem à criminalidade e à bandidagem.

Digo mais, leitores, tenho muita pena do Roger, o filhinho da Taís, o inocente já não tem o pai por perto, e agora mais essa, ficara órfão também da mãe. Tão pequeno, e tão triste vai ficar sem o amor materno.

domingo, 7 de abril de 2013

NUEVA ALMA



NO QUIERO MÁS VIVIR DE APARIENCIAS
SÓLO QUIERO TENER UN MINUTO
PARA PODER SER COMO SOY
YA NO PRECISO SENTIRME TAN EXTRAÑA
DE ÉSTA FORMA
COMO SI FUERA UNA MUÑECA
QUE NO SABE NADA DE LA VIDA.

YO PUEDO CAMBIAR MI VIDA ÍNTIMA
SI YO QUIERO
SERÉ OUTRA PERSONA
Y ES ASÍ
ES LO QUE MÁS QUIERO, MÁS PRECISO
CAMBIANDO MI INTERIOR
FLORECERÉ
COMO LAS FLORES DE LOS CAMPOS.

SERÉ YO MISMA
GRITARÉ DE TANTA FELICIDAD
CON UNA NUEVA ALMA EN MI PECHO.