sábado, 5 de dezembro de 2015




A Pomba do ficante da minha filha
            (Dedicado ao Poeta Bráulio Tavares)
Eita, bicha arretada!
Exterminadora do futuro 10
Detona priquitos  em segundos.

Tem uma cabeça fera
Pensa mais do que a de cima
Dar de mil a zero na do Bolsonaro _
O Estruprador de Mulheres da Câmara Nacional _
Traça tudo que é Marias do Rosário ou não.

A Pomba do ficante da minha filha
É de todas a mais fuderosa
Fode e ninguém contesta
E ainda, tem selo de qualidade, e mais, garantia comprovada.

Tira de letra todas as suas contrariedades   
Funcional e muito ética
Ela é um poço de  técnica
É mil sua validade!

A Pomba do ficante da minha filha
Ganhara Prêmio Nobel de Virilidade
Que nenhuma outra havia ganhado
Não existe nenhum caralho
Com essa premiação.

É pipoco performático!
Está no Guinness, por seu porte de nobreza
Nunca, em tempo algum
Vira-se algo assim tão majestoso
Nem a do Pop do Rock Michael Jackson
Fora tão extraordinária
Olha que ele comia menininhos
No auge de sua carreira.

Não há mais o que dizer
À minha filha, quero apenas parabenizá-la
Pela Pomba que conseguira
De presente de Padim Pe. Ciço
E também, agradecê-la

Pois, algumas vezes, ela me emprestara.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015



Eduardo Cunha cara de pau


Basta, E'CU!
Moral em pessoa
O teu lugar é a penitenciaria.
Chega, E'CU! Chega, E'CU!
Das tuas putarias.
A Suíça te denunciara
Provas não nos faltam
Dos 5 mi, 2 presenteasse a Cláudia Cruz
Eita, foi muita gastança, E'CU!
Agora chega, E'CU!
És um crente muito cretino!
É aquela história:
Faça o que digo
Mas não faça o que faço.
Fora, E'CU!
Ainda mais essa agora!
O impeachment da presidenta
Tu és mesmo cara de pau!
Tu não tens cacife pra tal
Quem és tu?
Fora, Cunha!

Fora!

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A Poesia é sublimação



Somente a arte tem o poder curativo
No humano. Economia psíquica do perdão
(Aprendi com a Júlia Kristeva). Dos perdidos, lenitivo
Cura das mágoas. Sublimação.

Assim, é na minha vida...!
A minha poesia me deixa leve
Faceira...! Tem mais, sinto-me destemida
Das garras das controvérsias. A palavra cala grave. 

Sinfonia fonética nos tímpanos
Dos meus ouvidos ou seja de quem for
Inclusive, daqueles que não tem amor.

Eu, desde muito moça...(há muitos anos)
Fiz o melhor dos meus versos
Pra me perdoar dos meus vis desejos.




segunda-feira, 20 de julho de 2015

Vício original



O homem é o produto dele mesmo -
Ovo do vício fecundado na  mãe-terra! -
Tara, sexualidade à pele, nesse mundo ermo
Do qual somente o verme o desterra.

Do pó  veio,  ao pó voltará
Em sua vida, salva-se só o seu excremento
De aterro tumbal  lhe servirá
E o que constará no seu testamento?

Orgias, luxúrias, lascívias...o quê?
Semeados à beira do caminho
Farão toda diferença  os diabinhos.

Que habitarão o inferno. E por quê?
Porque está escrito no apocalipse
É do vício original toda essa apoteose.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Dna. Capivara maluca de ciúme



Que bicho mais estranho!
Pense numa praga ciumenta!
O gajo não pode olhar pros lados da venta
Só mirar um ponto fixo no final do caminho.

A única vizinha da redondeza
Que aguente a talzinha
Pois a ciumeira fizera altas vítimas
Ali, a convivência era de total estranheza.

O ciúme dela aumentara da mocinha
Que morava a poucos metros dela
Maluca...! Dá uma peninha!

D. Capivara, atormentada, nem dormia
Tamanha era a tal quizila
E se praguejava da dor que sentia.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

A Macaquinha



Ela vive feliz agora
Com a macacada amiga
Tanto que nos instiga
A esquecer o que fora outrora.

O zoo é aquele entra e sai
Parece mais casa de mãe-joana
Com as macaquices da dona
Transcende a imaginação; daí

Creio que a macaca tirou na mega-sena
Então, fizera cirurgia plástica
Mudara tudo, e está na estica.

O bicho virou gente
Numa metamorfose espetacular
Até Spielberg teria prazer de filmar.

terça-feira, 16 de junho de 2015

A Perua




glu, glu, glu abram alas pro peru
glu, glu, glu abram alas pro peru

A perua abriu o coração, as pernas e escambau a quatro!
E com tanta paixão
Tanta que, nem ligara se ele era traficante
E, menos ainda, se estivera na prisão
Enquadrado por assassinato
Não! A perua era só tesão!

O romance deles dava panos pras mangas
Não tinha hora, nem dia
O fogo era tanto que incendiava o chiqueiro
Sexo até por telepatia
"_Acaba não mundão!"
Assim, tudo era ócio e estripulias.

glu,glu, glu abram alas pro peru
glu, glu, glu abram alas pro peru

A perua vivia em plena felicidade
Quem a visse, nem poderia imaginar
Das agruras que já passara
Seu Peru fingia amar
E compartilhava os carinhos com a amante
Mas, era página virada; difícil acreditar!

Quando se ama, a dor faz parte
Já chorara muitos dias e noites
Todavia, agora a coisa era outra
Vivia em festa; e sua casa era uma boite
Os drinks rolavam até altas madrugadas
Quando antes eram açoites.

glu, glu, glu abram alas pro peru
glu,glu, glu abram alas pro peru

Assim é a vida, Dna. Perua!
Hoje, és patroa
Benzinho pra cá; amoreco pra lá
Deixou de ser à toa
Seu Peru ria do passado
E dava-lhe beijos e beijos na boa.

A perua nem parecia aquela de antes
O melhor era olhar pra frente
O seu amor era pra sempre
Cria que iria ser feliz eternamente
Já que fizeram as pazes
Era o mais importante.  


sábado, 13 de junho de 2015

A Pata



A pata pateta
É tão patética
Nem os tres patetas
Eram tão estéticos.

Irônica sua vida
É um penico
Na verdade, bandida
Porque ela pensa que é mico.

Coitadinha da pata!
Pobre de perspectivas
Patética, mas está viva!

A gripe que pegara na lida
Descambou pra coisa pior
E, aí, passara pra seu amor.

domingo, 7 de junho de 2015

Pensamentos na minha cabeça


 



Na minha cabeça, um pensamento
Um pensamento na minha cabeça
Na minha cabeça, muitos pensamentos
A minha cabeça está cheia de pensamentos
Quanta fadiga com tais pensamentos...
Na minha cabeça só tem pensamentos!
A minha massa cinzenta cada dia mais está
impregnada de pensamentos e nada tenho
a fazer...!
PENSO,PENSO, PENSO...!
Todos os dias os meus pensamentos afloram
igual batata na serra.
Eu não faço outra coisa senão pensar!
Na minha cabeça, todos os pensamentos
do mundo.

sábado, 6 de junho de 2015

Machado de Assis – minha eterna inspiração


 
A sua pérola “Não tive filhos, não transmiti
a nenhuma criatura o legado de nossa miseria”
Fez a minha cabeça! E refleti:
Como pode uma pessoa assim tão extraordinaria?!

Um negro, pobre, filho de lavadeira, epiléptico...
Tudo pra ser um Zémané na vida
Dá a volta por cima?! Fora eclético!
Escritor, romancista, poeta e, ainda, fundara a ABL. 

Machado fora a personificação da picardia!
Inserido num tempo de muitos contratempos
Como conseguiu ser o maior autor de todos os tempos?!
 
Suas obras são o espelho do Rio de Janeiro da época
Em cada página, todo encanto da cidade que extasia
Celebrado na Literatura Brasileira com galhardia.

domingo, 31 de maio de 2015

Maria Bonita & Lampião


 

A mulher junto dele é uma santa
Mas, é ele dá as costas
Ela vira cão chupando manga
Um bicho...e as besteiras fogem das contas.

Tudo pode enquanto ele não chega
Bebe cachaça; nem aí com estresse
Sobe na mesa e faz stripe-tease
É doido, se ele me pega...!

Vige, que homi maluco!
A gente tem que dá uma de morto
Pois, senão ele puxa o trabuco.

Lampião, sou tua Maria-bunita!
Nunca esqueça disso, tonto
Pois, assim me deixas aflita.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Mishima




Kimatake Hiraoke
Poeta, dramaturgo, ator
Japonês de dar água na boca
Ser humano de muito valor.

Após fiasco de golpe de Estado
O chamado 'Mishima Incident'
Dera cabo de sua vida; malfadado
Dia!...morre o eminente...

Nobel que escrevera romances, novelas e teatro
Peças do aclamado Kabuki e Noh
Precisava ver tais espetáculos!

Seu pseudônimo de escritor
Yokio Mishama
Meu irmão dessa ocupação-mor.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Eu tô casado com o próprio




Ela tem as pernas de cambitos baleados
Cabelo espichado a ferro
A boca torta
Os dentes furados
A língua igual serpente
Dona increnca detesta banho
E, mesmo assim, se acha!

Eita, trem doido!
É esnobe que só a mulestia!
Ciumenta
Invejosa
E, mais, a bichinha é preguiçosa!

Querem mais?
É trambiqueira que dar gosto
Compra, vende, troca...é experts 
Também adora um fuxico
Linguaruda
Fala mal da própria sombra
Fanhosa
Umas calcinhas enfiadas no cu
Pinta as unhas de azul
Ronca que é uma beleza 
Pense numa quizila!
E, ainda, é tacanha
Não caga, pra não ter que gastar papel higiênico!

Tá doido! Casar-me com uma praga dessa!
Eu só podia tá cheio das gorobas!
Pois, até hoje não entendo como foi me acontecer isso!
Isso lá é mulher! Ela é o próprio!
Vai ser estropeada assim no raio que a parta!
Eu devia tá muito cheirado!
E tinha tomado todas nesse dia
Pra me juntar a uma mocréia louca assim!

domingo, 10 de maio de 2015

A Terra de Muro Baixo tem mais misterios do que tuas vãs filosofias!




A vida, nela, parece mais um Teatro do absurdo
Onde se chega, é uma nova peça
Tudo ensaiado qual as performances zecelsianas
O palco é armado ali mesmo; de boa!
Na longa fila do Banco do Brasil
Ou, na vígilia do Santuario da Mãe Rainha
Podes crer, a coisa é hilaria!
Fico somente olhando, e pensando
Isso apenas acontece nessa cidade de muro baixo!
O muído endoida qualquer cabeção
De quem não for descolado
Porque a sorte fora lançada.

As forças do cão vão te amarrando
Até a televisão é chamada
Vixe, que briga de foice
O caba fica sem saída
Já visse? É o imbroglio daqueles!
A pessoa não é bem quista
É o governador, o prefeito, a academia...
_Será que tu és Cristo?
Foste traído pela tua própria gente
E vais ser comido dia de domingo
Dar pra ti, ou queres mais?!

Cuidado com o capeta,
o capeta te pega
te pega daqui
e te pega de lá.

sábado, 9 de maio de 2015

Sören Kierkegaard deu-me esta lição




“ _ Arriscar-se é perder o equilibrio por uns tempos...
Mas não arriscar-se é perder a si mesmo pra sempre.”
Amei essa máxima do filósofo dinamarquês! Deslumbre
Total! Disbunde geral, igual a rosa dos ventos!

Que o diga os Senhores dos Sete Mares!
Mesmo com a maré baixa, é porrada
Não se poderá prevenir a nada!
Até mesmo o descobridor do Brasil, Pedro Álvares.

Expert na arte de navegar
E fera nas águas 
Aventurava-se; e sua expedição,égua!

Conseguira aqui chegar
Com Maria, Pinta e Nina
Na Bahia de Salvador (eita, vida silibrina!)

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Descartiano




Penso, logo poetizo!
A vida é um pensar constante
E eu, nesse barco, vou avante
Realizando meus improvisos.

Seja dia, noite ou madrugada
Não para! Vou conforme a maré
Devagar e sempre, pois tenho fé
Donde eu profetizo altas paradas.

Descartes se arrepiaria com a hibridez
Não me faltam ares pra cantar a realidade
Ainda, porque tudo bomba na interatividade.

A internet está na bola da vez
O mundo atingira sua democracidade
A vida é bela!Vivamo-la com altivez!

sábado, 2 de maio de 2015

Conversa entre as toupeiras véia




Assim, cê mata seu paipai!
Teu toupeirinho mal chega do trabalho
E é aquele xiado no pé das oreia. Caraio!
Com esse fuxico todo o bicho pega, maimãe!

O coração vei não guenta
É muito veneno num fuso errado
Desse jeito até lampião caia estatelado
Brinca não, fia; veja se te sustenta!

A vida é tão bela pra se viver apoquentado!
Quer coisa mió a gente está em paz?!
Só ficando do teu ladinho me satifaz.

A partir de hoje tá decretado:
Assim, que eu chegar vamo passear
Visse?! Como dois apaixonados, vamo namorar.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

À minha princesa




As rosas no roseiral
nessa esplêndida manhã
Parece um bordado artesanal
numa alegria e afã
de um louco sinal
toda a realeza deslumbrada
no palacio real
caso-me com a princesa encantada.

A formosura dessa dama
fez-me toda a diferença
seu príncipe a deseja e clama
quer consolidar as alianças
dos reinos; de forma
que assim, o casorio é certo
solução e estratagema
meu reinado está perto.

Será, pois, o mais belo anelo
muita festa com ricas ambrosias
comes e bebes no castelo
tudo com requinte e harmonia
um dia de Otelo
Shakespeariano, minha rainha!
Feito com muito zelo
e amor; com certeza.

A ti, princesa bela, eu te revelo
esta canção, que um cantador
virá a cantar no castelo
do teu, do meu, do nosso amor!

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Meus amores são pra ti, Rafaela!




Venturoso sou de amar-te
à minha alma se deleita
teus beijos, em parte
são as delicias desta feita.

_ Rafaela, minha pequena!
És todo meu encantamento!
Rafaela, doce menina!
Amar-te é meu contentamento.

O céu é nosso limite
Estás pra sempre em mim
Eu vivo pra teu deleite
Tens o cheiro de jasmim.

Rafaela! Rafaela amada!
Sou teu até o fim
Minha querida namorada
Amo-te deverasmente assim.

O Marujo surfista




Lá vem a nau catarineta
Tem muito pra contar
Minhas Senhoras e Senhores
Ouçam, a historia vai a todos agradar.

O Mar tem muitos misterios
Tantos que não dar pra acreditar
De sereias a tesouros perdidos
Muito há de se achar
Barqueiros à deriva
Sem poderem voltar
Tudo isso e muito mais
Mares revoltos, lontras
Moluscos, cavalos marinhos
Quanta magia! É de pirar!
Às bordas do horizonte
Umas pororocas pra surfar.

Surfa, surfa, Marujinho!
Nessas esverdeadas águas
Pela frente, muitas rasgadas
Mais o teu despojamento
Deslizando por sobre as ondas
Sois um lindo Marujinho
O sol te beija loucamente
A tua pele macia, morena
Nas marolas, alegres vais a bailar
A dança feliz dos pássaros
Nos céus de tua terra natal
Olhos fixo no belo espetáculo.

No litoral brasileiro
Nadarás de quando em vez
Distribuindo simpatia
Pras mulatas espoletas
Terás delas à corte
Por todaa tua beleza
Surfarás de Cabedelo
À Barra de Camaratuba
Ostentando o teu estilo
E cheiro de algas marinhas
As garotas dos lugares
Que pra cama seduzirás
Enrroladas em tuas pernas
Às pernas finas delas
Deliciando-se de caricias
Sentimento mil vivendo
Tanto é o teu gozo
Avivando as cobiças
Marujinho, Marujinho!
Sortudo vivente dos sete mares
Tua vida, tua palma
Fadado às luxurias
Já conseguiste teu lugar.

Como um anjo do céu
Tuas asas a voar
Alto, alto, lá bem longe
A se perder de vista
Acalmará os bravos ventos
Por todos os recantos.

Viva, então, bravo Marujo!
Tua graça nunca se perca
E esteja sempre firme na ação

Meu querido anjo! Anjo do surfe!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Tiramos de letra a mitológica sina do Sísifo




Ingloria e triste é a nossa pobre vida
Pois, nascemos, crescemos, e morremos
Ninguém jamais foge dessa troncha lida
E, na realeza, nos espelhemos.

Não labuta em vida, mas igual
Final tem de um reles coitado da pobreza
O seu caixão é luxo só; normal
Porém é, carcomida por vermes, com destreza.

A pedra que, no principio, era angular
Da noite pro dia, os templos são destruidos
Nada restando pra historia contar.

Por fim, nós passamos perrengues; tudo isso
As pedras rolam em vãos moídos
E Sísifo nos representa muito bem nisso.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Ode à Safo




Que vinho é esse que quanto mais se bebe
Mais, se quer beber
Estou extonteado
De que videira, a sua uva fora sacada?
Que tanto me enebria
Deixando-me tonto de amor
Amo-a perdidamente
É, sei que sou apenas teu escravo.

Rolei pelas noites a meu bel-prazer
Ao sabor fortuito do sonho
Delírios e delirios mil
Maltratava-me de paixão; iria ao inferno
Se preciso fosse
Na escuridão da noite, minha sofreguidão
Tu, amada minha
Tão distante; e eu cá apetecendo-me de prazer.

Oh amor meu, és a minha vida a palpitar!
Instigas toda lisonja
O céu, o céu, me inspira: De verdade
Amar-te é a minha própria felicidade
A paz dourada
No firmamento, uma constelação a brilhar
Aqui, na terra, os mais ardentes beijos são pra ti.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

O meu galo campeão



Ele já faz parte da família
É tanto que, divide a cama com o patrão
Esse é meu galo; é uma simpatia!
Não desgrudo, por nada, do meu amorzão.

Só num sonho encantado
As suas penas pretas brilhosas
Seu canto dar inveja a todo abençoado
Elegancia não lhe falta; e é ultraperfumado.

À minha janela, quero
Ansiosa o seu sinal
O amanhecer que tanto espero.

Desse dia pleno de felecidade e paz
Parece mais um dia de natal
Assim é! Apenas sua companhia me satisfaz.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

A Palavra



Pulsa latente como materia
À espera da forma no Cosmos
Onde o Poeta a reverbera
Pois, é-lhe, seu amo.

Como falava Bilac, somos ourives
Que burilamos as palavras
Longe, bem longe do turbilhão das ruas; sabes?
Transformamo-las em joias raras.

No afã de desmistificar
O denotativo e o conotativo
Diferencial e figurativo a destacar.

E na visionaria perspectiva
Desvendar o mundo relativo
A beleza das coisas altivas.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

A Voz Poética



O eu-lírico, o eu-poético
É a voz do poeta-civil-autor
A expressar, no papel, com todo amor
Seu conteúdo imagético.

A Poesia desde Aristóteles na sua Poética
Não é nada mais que mimesis
Da Literatura, toda finesse
Do Eu do autor, é sua estética.

Até os heteronimos de Fernando Pessoa
Com seus personagens distintos
O eu-lírico dá seu recado na boa.

Bloom falou dos demonios da influencia
Angustia eterna de todo escritor
E mesmo Machado sofrera dessa tal insania.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Camisa de força



É muita loucura
Crianças fazem o que desejam
Vinte e quatro horas por dia, gritam
Não há mais cura.

Chamem aí o psiquiatra
Só uma camisa de força
Terapia intensiva (no passado, era coça)
Mas, hoje, o remedio é tarja preta.

Quem sabe assim tenham jeito
Do contrario, somente um milagre
A tanto estrago feito.

Bebê de colo totalmente histérico
Os pais, uns cabeças de bagre
Dão 'aquele ar' numa criação de jerico.  

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Reality Show global



Disse Michel Melamed
Que, a ficção e a realidade
São uma coisa só
Eu aceito, e ainda dou um nó.

Digo: é a mais pura verdade!
Com a internet, instalou-se a eternidade
Estamos em casa e no mundo
Aos quatro cantos do planeta, todos nos observando.

A Rede tecnológica nos deixa a postos
E nosso mundico, via web, exposto
Pra quem quiser espiar.

Somos, na verdade, meros agentes de espetáculo
Dos Srs. Donos do mundo; ágeis sustentáculos
Do Capital e do Poder a nos manipular.  

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Perdão, Paulo Freire, V. Exa. não merecia isso não!




Sair às ruas tudo bem
Cada um tem livre-arbitrio
Mas, nesse caso, fora anedotario
De última e a educação deles está aquém!

É isso que dar uma Pátria analfabeta!
Vira piada pro mundo
Vinte anos de ditadura e os vagabundos
À toa, pedindo intervenção miltar; e nosso país cambeta.

Perdão, Paulo Freire, meu amado professor!
São uns doidos de pedra; desvairados e sem um pingo de pudor
Eles ouviram o galo cantar, mas não sabem onde.

Doidivanas, por que não vão morar em Miami com Lobão?!
Lá vocês acharão o que procuram, seus bobões!
Vai saber pra onde querem arrastar o bonde!   

segunda-feira, 30 de março de 2015

Uns casamentos de fachada

  


Os cônjuges não sentem mais nenhum tesão
Eles vivem mesmo é como irmãos
Todo dia é aquela rotina
Amanhecem com uma tal cara de botina!

Maravilhoso era quando solteiro
As minas todas ali dando sopa! - (fuleiro!)
Se eu soubesse que era isso, não ia me casar
Diz Seu coisinha na mesa do bar.

A veia não dar umazinha...ninguém merece!
No trabalho, o chefe a me aporrinhar...
Isso é vida pra miserave, cumpade! Porraaaa!

O casamento só é bom enquanto não se estabelece...
Casou, o abestado teve dois filhos, já tá bom de separar
O buraco é mais embaixo! Pra que fora se casar?!  

quarta-feira, 25 de março de 2015

A Linguagem é a morada do ser, Heidegger




Eu creio nisso e boto fé
“O Homem é o Verbo!” - disse-nos Deus
É bíblico; mas, nisso não creem os ateus
Cá pra nós, cada cabeça sua sentença,né?

Heidegger atenta pra essa nossa certeza
O Ser humano não é ninguém sem se expressar!
Por que como seria nossa vida sem falar?
Dizer o que anda pela cabeça; inclusive, as vilezas.

Seria, sem dúvida, uma incógnita total
Na nossa historia, nada teria de especial
As palavras se cerrariam no silencio.

O Homem se promoveria de outras formas
As Artes Plásticas eram sua maior plataforma
A Rupestre o salvaria de ser um nécio.  

terça-feira, 24 de março de 2015

Ode ao povo brasileiro




Nesse país de muitas cores
Nasci e cresci amando sua historia
Mesmo usurpado por seus colonizadores
Soube, com galhardia, na sua tragetoria
Reinventar-se de todas as suas dores
Hoje, é o 8º país no ranking da economia.

Mesmo com toda crise mundial
Continua firme e forte das pernas
Emprego, pra todos, é o diferencial
O Brasil tem, na atualidade, visão aberta
36 mi de pessoas em projeto assistencial
Que não se sentem mais homens das cavernas.

Galgaram outros patamares na vida
Casa, carro, mobília e até celular
Sairam das mesmices antes vividas
Que nunca, jamais conseguiram alcançar
Mas, isso hoje são páginas viradas
Assim, nem é bom lembrar.

Diga-se de passagem
Agora, a democracia deve avançar
Deixemos, todos, de bestagem
Juntos e unidos vamos pra frente olhar
Essa é a minha mensagem
Nem pensar em sacanagem.

sábado, 21 de março de 2015

Tolstoi e seu guerra e paz




Que magnifica obra é Guerra e paz!
Heroísmo, gloria, coragem e amor à Pátria
Exercicio de destemida artilharia
Soldado matava, na guerra; e daí, se faz
Promoções, medalhões tudo por ser capaz
Aclamam-no e ele, ainda, tem todo cartaz
Que, ao contrario de outros, viverá no ocio
Muitas honrarias...longe de ser antipatriota
De todos respeitado, e tido como patriota
A sociedade dá-lhe direitos e firma seu oficio.

Guerra e paz, no original, há centenas de personagens
E mais de mil páginas; livro best-seller, maior da historia
Seu enredo foca a campanha de Napoleão na Áustria
Descreve a invasão da Russia (cães selvagens)
Pelo exército francês, com todas imagens
Até de sua reirada; essa fora sua abordagem
No período entre 1805 e 1820
Painel verdadeiro da aristocracia russa
Francês,hoje, não quer saber de guerra nem que a vaca tussa
Nem mesmo, com muito acinte.

Liev Tostoi retrata o preconceito e hipocrisia
E tradições religiosas da nobreza
Além disso, o cotidiano dos soldados e suas fraquezas
Disseca causas, origens e consequencias
Do Imperio francês; da sua monarquia
Um romance escrito com muita galhardia
Com riqueza e realismo de detalhes
Onde dita que o livre-arbitrio se acabou
E não há a menor importância
Que não influi, nem contribui a sua existencia
Pois, os fatos obedecem ao determinismo histórico; e só.

sexta-feira, 20 de março de 2015




Livro: Entre Terra e Mar – Sócio-gênese e caminhos do Teatro na PB 1822-1905
Autor: Romualdo Rodrigues Palhano
Ed.: Sal e Terra
João Pessoa: 2009

A Arte não está no geral ,mas no detalhe.” Stanislavski

O livro, em foco, é um trabalho de tese de Doutorado, concluído na UNIRIO, pelo autor em voga, com orientação da Dra. Evelyn Furquin Werneck Lima, tendo ainda a referida obra o Prefácio do, também, Dr. Paulo Vieira, Mestre Coordenador do Departamento de Artes Cênicas da UFPB.

Tal obra consta de 211 pgs., nas quais fazem todo um estudo da tradição de desenvolvimento sócio-cultural e científico do estado da PB, no que tange (mais especificamente) à arte teatral, cujo eixo cultural fora, no séc. XIX, centralizado nas cidades interioranas de Mamanguape/Areia; por onde passaram e se apresentaram, nos teatros locais, as companhias teatrais após exibirem-se no Recife/PE, comprovando, assim, que o teatro paraibano, no passado, fora sido respaldado pelo estado vizinho.

Também, onde verifica-se que, o seu apogeu de desenvolvimento econômico, centralizado no interior da província, precisamente em Mamanguape/Areia, fora devido à ascensão cultural e política dessas cidades.

Além do mais, a obra de Romualdo R. Palhano, demonstra toda sócio-gênese e os caminhos do Teatro da Paraíba, que remontam do século XIX. A eminente pesquisa fora suficiente para que, na atualidade, fossem percebidas as influências sofridas pelo teatro paraibano, ao longo do séc. XX; e ainda que, provavelmente, as percebam pululantes no século XXI.

Concluindo, pois, este breve comentário, registro um quadro explicativo bem interessante das Casas Teatrais que fazem parte do acervo cultural paraibano, no então periodo, entre 1822/1905.

A sucinta apresentação encontra-se à pg. 180:

TEATRO/CIDADE E ANO DE INAUGURAÇÃO
1.Theatro Coliseu parahybano - João Pessoa - 1831
2.Teatro improvisado Pedro Américo - Areia - 1851
3.Theatro de Francisco Pulquério - Mamanguape - 1857
4.Theatro Santa Cecília - Mamanguape - 1857/1859
5.Theatro Recreio Dramático - Areia - 1859
6.Theatro Gymnasyo Parahybano - João Pessoa - 1860
7.Theatro Santa Cruz - João Pessoa - 1861
8.Theatro 8 de Dezembro - Areia - 1888


Assim fecho, marcando um simples detalhe: Por essa época áurea e próspera até o ilustre Dom Pedro II se hospedara na cidade de Mamanguape. Isso é apenas um detalhezinho...!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Famigerados Maria (e Zé) bucetas




Marcados pela besta capitalista
Somente pensam nos seus umbigos
Fazem selfes com roupas de domingos
Dia de festa indivualista.

Pelo Brasil a fora, é isso!
“Eu sou rico!”, e tá bom!
As galeras, nisso, dão o tom
Não enxergam um palmo além do nariz. Prova disso?

A esnobação está aí mesmo!
Gente desvairada com smartfone da moda
Iphone, ipad...não dispensam o whatsap nem no catecismo.

Já virara incontrolável epidemia
Hipócritas, às ruas, como se tivessem inventado a roda
É batalha ferrenha pra acabar com tal pandemia.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Os debilóides estão chegando



Ou melhor, já cheraram!
Jovens analfabetos, iletrados
Que, dia a dia, são solapados
Por culturas inúteis que se refestelam.

Com seus olhos esbugalhados
E a língua largada no canto da boca
São incapazes de pensar. Oh, cabeças ocas!
Um livro sacar-lhes-iam desse mundo treslocado.

Onde os mostrariam um universo novo
De maiores e melhores perspectivas
Eles deixariam as fofocas e as veias lascívias.

Ora, são galerosos, capazes de peleguices e estorvo
No entorno no qual estão inseridos
E, pra mim, dignos de pena por não serem bem instruídos.

segunda-feira, 9 de março de 2015

8 DE MARÇO



Dia Internacional da Mulher
Dia capitalista como outro qualquer
Consumismo é autoestima
A gente não O subestima.

Os Shoppings cheios de gente comprando
Muitos tomam até emprestado
Não querem nem saber, vão às compras
Tudo pra atender às propagandas...!

Óbvio, que toda mulher gosta de presente
E quem não gosta? Quero saber!
Especialmente, uma joia fina, bebê.

É, porque porcaria ela já tem muitas e tá contente!
O marido é uma delas...
E, ainda, muitas panelas.

terça-feira, 3 de março de 2015

Além dos achismos



Nossa estética é diferente
Beira o caos, de tão picante
Não traduz utopismo
Pois, não há nada de achismos.

Tudo, nela, é a pura verdade
Essa é marca de identidade
O Beabá do cantador
Muito carinho e uma pitada de amor.

Quem gostar, bata palmas!
Aqui, o lema é olhar pra frente
Cada qual como seu agente.

Eu de cá na minha viola
Tu, no pandeiro, ditando a toada
E a cantoria vai até de madrugada.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Tem uns pais que são umas piadas



Mãe e pai somente no furufar!
Botar filho no mundo é bom demais!
Assim é ótimo! Muito mais...
É tipo bacurau; filhotes às cagadas!

Eles são fuderosos nisso!
Minino de 5 anos faz o que dar nas ventas e compreende
Vai à escola quando deseja, pois não os atende
A gente não sente pulso.

Criam os filhos como batata na serra
Do jeito que Deus quer e deixa
A criança vira bicho (bicha).

Os pestinhas não respeitam (nem pensar) os pais!
Quando crescerem darão, neles, na bunda limpa; oxalá!
Pai e mãe são de cagões pra lá!

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Spotnik de traíção



Sucumbidos como um Titanic
De cabeça pra baixo
Com o golpe...acho...
Toda essa injuria de impeachment, um spotnik.

Financiados pelos rockfellers da vida
Obamas..., gente casca grosssa
Estão pagando pro país dá bos...ta
E a tucanada toda vendida e ávida

Por muito mais!...Quantos bi levarão?
Ponham aí, trensalão...propinodutos...
Quanto vale entregar o que é nosso ao capetão?!

Bando de urubus fedorentos...!
Ô, fica a Pátria livre...
Ou, morrermos pelo Brasil, traidores sanguinolentos!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

O Cordão das puxa-sacos da babaca



O Cordão das puxa-sacos cada vez aumenta mais
Tã, rã, rã...as babacas vieram de toda parte do planeta
Puxar saco, elas curtem demais!
AlalaôÔ...coisa de doido! Até parece o Casé esquenta!

Babacas, babacas... se liguem é carnaval!
Esqueçam as mágoas do dia a dia!
Levantem seus astral!
É carnaval... animem-se, vistam as suas fantasias.

Quem sabe, aquela do Chapolin!
Ou, talvez a da bruxa do setenta e um!
Qualquer uma dessas vai levá-las à TV do plimpim.

Alô, comunidade! Disbunde total...é show!
O Cordão das puxa-sacos já chegou!
A euforia é geral! Elas lhes mandam alô!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O Estiloso Ser Jovem




Não sei por que ninguém o entende!
Por que o jovem é assim incompreendido?
Deve ser porque ele é meio bandido
Ama somente quem compreende!

O jovem não tem nada de rebelde!
Ele apenas faz o que deseja
É autêntico, e, aos céus viaja
Ele não sabe ser falso! Nada pra ele é debalde!

É alguém que ama à primeira vista
E corre atrás, mesmo correndo riscos
É corajoso, antes de mais nada,...e utopista!

Jovem é jovem!Só isso!
Por que as pessoas o subestimam?!
Sem dúvida, há um toque de inveja nisso!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Fiat Lux



                  Homenagem a minha amada escritora Clarice Lispector


Era uma vez as trevas


e fez-se claro feito dia
viajara na Literatura Brasileira

Conheci a Clarice Lispector
fora um gaguejar só

Questionara, então: Co-mo é to-da es-sa Epifania?!
igual labareda
o fogo flamejara em minh'alma


Daí, o alumiar cá dentro da caverna de Platão.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O Big Bosta Brasil é aqui!



Filmando uma cambada de vagabundos de plantões
Entrando e saindo, às vezes, até alta madrugada
Eita, lasqueira! É muito vagal à coçar culhões!
Tá doido! Chama aí Seu Madruga!

Dar pa tu, ou quer mais?!
Sei não! Mas, nunca vi isso em nenhum lugar!
Até crianças viciadas! É demais!
Não querem ir pra escola, estudar!

Também pudera! Filho de vagal, vagal é!
Pai e mãe tem que dar exemplo!
Inclusive, nos domingos, ir ao templo.

Agradecer a Deus pela vida
E, também, pedir pra se safar do pecado de fornicação
Filhos são tesouros! Isso requer nossa compreensão!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Declaração de amor ao Lulinha



És uma pessoa brilhante!
Não existe outra igual
Em exemplo de vida, és o tal!
Está pra nascer outro gigante.

Eita, nordestino raçudo!
Arquétipo de raça e de brio!
Um homem que amo por seu perfil
De garra...! És topetudo!

Moreco, Lulinha! Luís Inácio da Silva!
A tua estrela é pra ser seguida
Por tua vida, dou Vivas!

Em meu coração estás gravado!
Amor fraterno, de irmã
Que será pra sempre preservado.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Je suis Charlie



Se queres, te indignas por isso!
Porém, digo-te:”_ Je suis Charlie!”
Eu sou e ponto. Sou, e daí?
Já pensei muito nisso!

Como poeta, sou pela liberdade de expressão
Imagina, alguém incitar nosso silencio!
Pra nós, poetas, é melhor pedir nosso suicídio!
Não tem como ser diferente! É padrão!

Solidarizo-me com tais jornalistas
Pois, sou facebookista
Faço parte da aldeia global.

Pensas diferente? Cada qual, cada qual!
O comediante Dieudonné já não pensa igual
A mim. Mas e daí?... Eu sou Charlie!


sábado, 31 de janeiro de 2015

Filhos de Lepolepo




Miseraveeeee, doido é o que tu é!
Miserave, seu viado!
Isso direto no cabeçote do Zé!
Amor de pica tirara de letra, do coitado.

Assim, é o mesmo que o rebolation
Aquela maldita canção
Age na cabeça da nação
Essa é minha interpretation.

Lavagem cerebral ainda é pouco!
Creio que é de virar monstro
Psicopata, isto é, um louco.

As músicas de massa, como lepo lepo
Dá nisso! O povo brasileiro vira suco
Sociopata de rua; um sem teto.


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

É ruinzinha, a bichinha!



A infeliz tem um gogo!
A gripe virara tuberculose
Vire-e-mexe, a pobe cospe
Dar pena o seu olhar xoxo.

Que nojo aquele fungado!
Parece que vai botar as tripas pelas ventas
Ah, fungado da molestia! Como aguenta?!
No mínimo, o pulmão é estragado.

Engulha toda hora
Não dá pra aguentar tal fungar!
É nojento demais! Ela bota os bofes fora.

A muiè tá que é só osso!
Uma caveira a chacoalhar
Mas, é ruim igual carne de pescoço.