quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Fiat Lux



                  Homenagem a minha amada escritora Clarice Lispector


Era uma vez as trevas


e fez-se claro feito dia
viajara na Literatura Brasileira

Conheci a Clarice Lispector
fora um gaguejar só

Questionara, então: Co-mo é to-da es-sa Epifania?!
igual labareda
o fogo flamejara em minh'alma


Daí, o alumiar cá dentro da caverna de Platão.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O Big Bosta Brasil é aqui!



Filmando uma cambada de vagabundos de plantões
Entrando e saindo, às vezes, até alta madrugada
Eita, lasqueira! É muito vagal à coçar culhões!
Tá doido! Chama aí Seu Madruga!

Dar pa tu, ou quer mais?!
Sei não! Mas, nunca vi isso em nenhum lugar!
Até crianças viciadas! É demais!
Não querem ir pra escola, estudar!

Também pudera! Filho de vagal, vagal é!
Pai e mãe tem que dar exemplo!
Inclusive, nos domingos, ir ao templo.

Agradecer a Deus pela vida
E, também, pedir pra se safar do pecado de fornicação
Filhos são tesouros! Isso requer nossa compreensão!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Declaração de amor ao Lulinha



És uma pessoa brilhante!
Não existe outra igual
Em exemplo de vida, és o tal!
Está pra nascer outro gigante.

Eita, nordestino raçudo!
Arquétipo de raça e de brio!
Um homem que amo por seu perfil
De garra...! És topetudo!

Moreco, Lulinha! Luís Inácio da Silva!
A tua estrela é pra ser seguida
Por tua vida, dou Vivas!

Em meu coração estás gravado!
Amor fraterno, de irmã
Que será pra sempre preservado.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Je suis Charlie



Se queres, te indignas por isso!
Porém, digo-te:”_ Je suis Charlie!”
Eu sou e ponto. Sou, e daí?
Já pensei muito nisso!

Como poeta, sou pela liberdade de expressão
Imagina, alguém incitar nosso silencio!
Pra nós, poetas, é melhor pedir nosso suicídio!
Não tem como ser diferente! É padrão!

Solidarizo-me com tais jornalistas
Pois, sou facebookista
Faço parte da aldeia global.

Pensas diferente? Cada qual, cada qual!
O comediante Dieudonné já não pensa igual
A mim. Mas e daí?... Eu sou Charlie!


sábado, 31 de janeiro de 2015

Filhos de Lepolepo




Miseraveeeee, doido é o que tu é!
Miserave, seu viado!
Isso direto no cabeçote do Zé!
Amor de pica tirara de letra, do coitado.

Assim, é o mesmo que o rebolation
Aquela maldita canção
Age na cabeça da nação
Essa é minha interpretation.

Lavagem cerebral ainda é pouco!
Creio que é de virar monstro
Psicopata, isto é, um louco.

As músicas de massa, como lepo lepo
Dá nisso! O povo brasileiro vira suco
Sociopata de rua; um sem teto.


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

É ruinzinha, a bichinha!



A infeliz tem um gogo!
A gripe virara tuberculose
Vire-e-mexe, a pobe cospe
Dar pena o seu olhar xoxo.

Que nojo aquele fungado!
Parece que vai botar as tripas pelas ventas
Ah, fungado da molestia! Como aguenta?!
No mínimo, o pulmão é estragado.

Engulha toda hora
Não dá pra aguentar tal fungar!
É nojento demais! Ela bota os bofes fora.

A muiè tá que é só osso!
Uma caveira a chacoalhar
Mas, é ruim igual carne de pescoço.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Otelo, Otelo!



Por que não confiaste em tua amada?
Um amor igual, jamais devias duvidá-lo
Desdemona o amara como nenhuma outra; concordas?
Sim, pisaste feio na bola, Otelo! Não deves, então, lamentá-lo.

Amor como o dela nunca mais encontrarás
Desdemona fora teu sonho de eterna felicidade
Tem mais, chora a tua leviandade
Pergunto: “_E agora, o que farás?”

Tua fraqueza, Mouro, fora não acreditar no teu taco!
Comes o pão que o diabo amassou!
Tua Desdemona não devia passar pelo que passou.

O teu amor por ela fora demasiado fraco
Apetecia maior confiança
Bebes do veneno de tua própria lambança.